setembro 3, 2019 3:10 pm

Polícia Civil de Matipó apura mais um caso de homicídio e prende suspeito




A 31ª Delegacia de Polícia Civil de Matipó concluiu nesta segunda-feira, 02/09, mais uma investigação de crime de homicídio. O assassinato foi em 04 de novembro de 2016 em Abre Campo, no Córrego Pouso Alto. Elerson Tadeu Miranda foi executado em casa, na frente dos filhos e esposa, por três autores encapuzados e armados.

Segundo o Delegado Dr. Felipe de Ornelas Caldas, o crime foi devidamente apurado “sendo apontando através do Inquérito Policial os autores Cléber, de Matipó/Abre Campo, Zezé, de Matipó. O terceiro envolvido, que levou os conhecidos pistoleiros até o local seria Dinei, morador do Pouso Alto, que conhecia a região e a vítima”.

A Polícia Civil informou que intensas investigações foram realizadas para apurar vários homicídios ocorridos em Sericita, Padre Fialho/Matipó e Pedra Bonita em 2017 e 2018 quando diversas pessoas foram executadas por crimes de encomenda.

Seguindo a linha de que pistoleiros tinham sido contratados para efetuarem os crimes, várias diligencias foram realizadas. “A Justiça, com parecer favorável do Ministério Público, decretou as prisões cautelares de Cléber e Dinei por entender que a autoria está comprovada e porque representam um risco à ordem pública. A operação desta segunda, que desencadeou com a prisão de Dinei em sua casa no Pouso Alto, contou com investigadores de Matipó e Abre Campo”, reforçou o delegado.

Cléber, de Matipó/Abre Campo, já está preso, acusado desse e outros homicídios que estão sendo apurados. Em um dos casos, ele é suspeito de matar o seu parceiro de crime Zezé e sua esposa em Matipó.

O Delegado Felipe de Ornelas e investigadores de Matipó e Abre Campo ressaltam que “a Polícia Judiciária segue trabalhando para dar respostas à comunidade e destacam que crimes como esse demandam tempo por conta da complexidade das investigações”.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, as investigações prosseguem para apuração do mandante.

Com informações da Polícia Civil