março 27, 2018 7:50 am

CAPS Infantil é invadido por ladrões no fim de semana




Uma cena forte chamou a atenção dos funcionários e coordenação do Centro de Atendimento Psicossocial Infantil (CAPSi Crescer), que funciona à Rua Drosa Pinheiro (Bom Pastor). Ao chegarem nesta segunda-feira, 26/03, para o início das atividades depararam com a sede completamente revirada, vidros quebrados e as janelas arrombadas.
 
Para entrar ao local, os ladrões retiraram a trava de uma das janelas, tendo eles o acesso fácil às dependências do CAPSi, que, em média atende 200 crianças com as mais variadas e diversas peculiaridades.
 
Ao que tudo indica, os ladrões permaneceram no local onde tomaram banho, fizeram refeição, cortaram cabelo e promoveram a maior bagunça, que impossibilitou o funcionamento da repartição.
 
Os ladrões saíram carregando bebedouro, TV 42 polegadas, vídeo game, Data Show, ventilador, botija de gás, garrafa térmica, duas panelas grandes de alumínio, batedeira, liquidificador, pirex; 13 canecas, dois tabuleiros grandes, tabuleiro de pizza, misteira elétrica; 18 lâmpadas, detergente, óleo, pacotes de copo, sal; 59 biscoitos de páscoa, pacotes de pó de café, escorredor de arroz; um aparelho de som portátil e uma caixa de som profissional. Gêneros alimentícios também levados pelos ladrões, que destruíram armários e espalharam brinquedos por todo lado.
 
A ação dos ladrões inviabilizou o atendimento na segunda e terça-feira.
 
Levaram até o presente de Páscoa
 
Os funcionários do CAPSi ficaram aborrecidos com a ação criminosa, que além do prejuízo causado para o município, atendimento suspenso, os arrombadores ainda levaram todos os presentes de Páscoa, que seriam distribuídos aos adolescentes assistidos. “Nossos funcionários ficaram tristes com a ação desses vândalos, pois, estavam preparando a festa da Páscoa para eles. Agora, as crianças ficarão sem a lembrança, que já era tão aguardada”, conta o coordenador municipal de saúde mental, Dimitri Xavier Borges.
 
Qualquer informação sobre alguém que esteja vendendo produtos duvidosos, ou que leve aos suspeitos pode ser passada pelos telefones 190 ou 181.
 
Eduardo Satil